Quando pensamos na membresia, nos lares e nas pessoas de fora, ainda imaginamos duas realidades separadas: a vida “de verdade” e a vida “na tela”. Mas para o público de hoje, especialmente os mais jovens, não existe essa fronteira. A identidade é construída na soma dos dois mundos. Contas, seguidores e relacionamentos digitais pesam porque são parte de quem a pessoa é.
Isso não é motivo para pânico nem para nostalgia. É um chamado. Se Cristo é Senhor de todas as coisas, Ele é Senhor também desse território. A pergunta para a liderança não é “devemos entrar no digital?”, mas “como pastorear pessoas que já moram lá?”.
