Toda regra sobre celular acaba esbarrando no mesmo limite: ela controla o comportamento, mas não alcança o coração. O filho pode largar o jogo por obrigação e continuar exatamente onde estava por dentro.
A Bíblia nos convida a algo mais fundo. Antes de perguntar “quanto tempo ele ficou na tela?”, vale perguntar “o que o coração dele busca ali?”. Pertencimento? Fuga? Reconhecimento? Aventura? Essas são fomes legítimas que só Cristo sacia por completo, e é aí que a conversa deixa de ser sobre minutos e passa a ser sobre o Evangelho.
Pastorear não significa abrir mão de limites. Significa que os limites servem a um propósito maior que eles mesmos.
**Próximo passo:** na próxima conversa sobre tela, troque “desliga isso” por “o que você mais gosta nesse jogo?” e escute de verdade.
