Diante dos games, muitos pais oscilam entre dois extremos: tratar tudo como pecado ou fingir que não é nada. Nenhum dos dois forma o filho. A demonização quebra a confiança e empurra o jovem para longe. A indiferença deixa o coração dele sem pastor num campo cheio de vozes.
O caminho do meio não é morno, é bíblico. É reconhecer que jogos, como quase tudo na cultura, carregam bem e mal misturados, e ensinar o filho a discernir com sabedoria em vez de só obedecer com medo. É zelar pela santidade dele de dentro para fora.
Seu filho não precisa que você entenda de todos os jogos. Precisa que você entenda o coração dele e caminhe junto.
**Próximo passo:** peça ao seu filho para te mostrar o jogo favorito dele por 15 minutos. Você vai aprender mais sobre o coração dele do que qualquer regra ensinaria.
