A maioria das igrejas tem estrutura sólida para alcançar crianças e conforto para receber adultos. Mas há uma faixa onde muitos pastores confessam não saber o que fazer: a adolescência e a juventude. Não é que essas igrejas não amem seus jovens. É que perderam a linguagem deles.
Esses adolescentes vivem em jogos, redes e comunidades digitais que os pastoreiam com valores próprios o dia inteiro. Competir com isso por meio de moralismo ou proibição raramente funciona. O que alcança é o Evangelho falado na língua deles, com verdade e sem medo do terreno.
Reter não é prender. É oferecer a Cristo de um jeito que faça sentido no mundo real do jovem.
